Obesidade: como ela é diagnosticada e quais as opções de tratamento?

Obesidade: como ela é diagnosticada e quais as opções de tratamento?

Um quinto da população adulta brasileira é obesa. Esse número representa quase 30 milhões de pessoas que possuem essa doença crônica. A obesidade pode gerar várias consequências ruins ao organismo e estimular o desenvolvimento de outras doenças. Daí a importância do diagnóstico da obesidade.

Quer saber como? Acompanhe este texto e obtenha informações primordiais sobre como saber se você possui ou não um quadro de obesidade. Confira!

Como é feito o diagnóstico da obesidade?

O excesso de peso pode ser verificado por meio do Índice de Massa Corporal (IMC). Ele consiste na divisão do peso (em Kg) da pessoa pela sua altura (em metros). Depois eleva-se esse valor obtido ao quadrado.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), quando esse resultado está entre 18,5 e 24,9 kg/m2, a pessoa está no seu peso normal. Se o valor for entre 25,0 e 29,9 kg/m2, existe o sobrepeso. Quando for acima desse valor, detecta-se que a pessoa está obesa.

Há exames para verificar a obesidade?

Além do IMC, outros fatores podem ser analisados para certificar o diagnóstico de obesidade. Por exemplo, o histórico familiar, a evolução do peso, hábitos alimentares, o índice de gordura no corpo (medidos pelos exames de densitometria de corpo total e bioimpedânciometria) e alguns outros exames clínicos e de sangue.

Um check-up tradicional e um exame de sangue podem auferir se há um desequilíbrio da tensão arterial e dos níveis sanguíneos de lípidos. E se esses índices estão elevados, pode ser sinal de obesidade.

Outros exames também podem ser solicitados, uma vez que a obesidade aumenta o risco de desenvolver outras doenças, como a diabetes tipo 2 e problemas no fígado. Por meio do monitoramento constante da saúde do corpo é possível buscar o tratamento mais adequado para a obesidade, quando detectada.

Quais são as opções de tratamento para a obesidade?

O tratamento inicial da obesidade é por meio de uma alimentação mais saudável e o hábito de praticar atividades físicas. Essas situações fazem que haja um equilíbrio de fontes calóricas no corpo do obeso. Mas, em muitos casos, é necessário tratamento complementar por meio de medicamentos e até mesmo cirurgia.

O uso de remédios para obesidade ajuda na regulação de substâncias químicas do corpo e auxilia nos fatores psicológicos gerados pela doença. No entanto, a medicação deve ser aplicada de maneira temporária e moderada, caso contrário, ela pode gerar dependência e efeitos colaterais indesejáveis.

Geralmente, os casos mais graves de obesidade (Obesidade Mórbida) acompanhados por diabetes e hipertensão exigem processo cirúrgico. O mais indicado é fazer a cirurgia de redução de estômago (Cirurgia Bariátrica). Esse procedimento ajuda a controlar o peso e reorganizar o processo de ingestão dos alimentos. Entretanto, saiba que a decisão pela cirurgia vai depender do grau da obesidade e das doenças que a acompanha.

Essas foram alguma informações sobre o diagnóstico da obesidade. Além das notáveis mudanças físicas, a obesidade também pode gerar consequências psicológicas. Pessoas com essa doença podem desenvolver depressão por conta de sua baixa autoestima e mudanças hormonais. Logo, é importante também fazer um acompanhamento psicológico.

E aí, identificou-se com alguma informação descrita neste texto? Conhece alguém que está passando por isso? Conte para a gente deixando seu comentário neste post!

Postado em 10/05/2017.

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